quinta-feira, 10 de outubro de 2013

JEREMIAS - cap 19, 21 e 22

JEREMIAS 19

“1 Assim disse o Senhor: Vai, e compra uma botija de oleiro, e leva contigo alguns anciãos do povo e alguns anciãos dos sacerdotes;
2 e sai ao vale do filho de Hinom, que está à entrada da Porta Harsite, e apregoa ali as palavras que eu te disser;
3 e dirás: Ouvi a palavra do Senhor, ó reis de Judá, e moradores de Jerusalém. Assim diz o Senhor dos exércitos, o Deus de Israel: Eis que trarei sobre este lugar uma calamidade tal que fará retinir os ouvidos de quem quer que dela ouvir.
4 Porquanto me deixaram, e profanaram este lugar, queimando nele incenso a outros deuses, que nunca conheceram, nem eles nem seus pais, nem os reis de Judá; e encheram este lugar de sangue de inocentes.
5 E edificaram os altos de Baal, para queimarem seus filhos no fogo em holocaustos a Baal; o que nunca lhes ordenei, nem falei, nem entrou no meu pensamento.
6 Por isso eis que dias vêm, diz o Senhor, em que este lugar não se chamará mais Tofete, nem o vale do filho de Hinom, mas o vale da matança.
7 E tornarei vão o conselho de Judá e de Jerusalém neste lugar, e os farei cair à espada diante de seus inimigos e pela mão dos que procuram tirar-lhes a vida. Darei os seus cadáveres por pasto as aves do céu e aos animais da terra.
8 E farei esta cidade objeto de espanto e de assobios; todo aquele que passar por ela se espantará, e assobiará, por causa de todas as suas pragas.
9 E lhes farei comer a carne de seus filhos, e a carne de suas filhas, e comerá cada um a carne do seu próximo, no cerco e no aperto em que os apertarão os seus inimigos, e os que procuram tirar-lhes a vida.
10 Então quebrarás a botija à vista dos homens que foram contigo,
11 e lhes dirás: Assim diz o Senhor dos exércitos: Deste modo quebrarei eu a este povo, e a esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, de sorte que não pode mais refazer-se; e os enterrarão em Tofete, porque não haverá outro lugar para os enterrar.
12 Assim farei a este lugar e aos seus moradores, diz o Senhor; sim, porei esta cidade como Tofete.
13 E as casas de Jerusalém, e as casas dos reis de Judá, serão imundas como o lugar de Tofete, como também todas as casas, sobre cujos terraços queimaram incenso a todo o exército dos céus, e ofereceram libações a deuses estranhos.
14 Então voltou Jeremias de Tofete, aonde o tinha enviado o Senhor a profetizar; e pôs-se em pé no átrio da casa do Senhor, e disse a todo o povo:
15 Assim diz o Senhor dos exércitos, o Deus de Israel: Eis que trarei sobre esta cidade, e sobre todas as suas cercanias, todo o mal que pronunciei contra ela, porquanto endureceram a sua cerviz, para não ouvirem as minhas palavras.”.

Como os israelitas estavam oferecendo suas crianças em sacrifício a Moloque no vale de Hinom (v. 4,5), então o Senhor ordenou a Jeremias que comprasse um vaso de oleiro, e que se dirigisse a HInom, também conhecido por Tofete, e que se fizesse acompanhar por alguns dos anciãos de Judá, e que protestasse contra eles contra o sangue destes inocentes que estavam sendo oferecidos em holocausto naquele vale, e que por isso o Senhor faria uma matança terrível naquele lugar, de maneira que não seria mais chamado de Hinom ou Tofete, mas vale da Matança, porque encheria aquele vale com os corpos dos judeus que seriam mortos pelos babilônios.
Além disso, durante o longo cerco que eles fariam sitiando Jerusalém, antes de conquistá-la, a forme seria tanta que comeriam a carne de seus próprios filhos. Já que aqueles anciãos estavam sendo indiferentes para as abominações que eram praticadas naquele vale contra a vida de criancinhas inocentes, então eles mesmos experimentariam o horror de terem que se devorar uns aos outros, comendo carne humana para que alguns pudessem sobreviver.
Depois de pronunciadas tais sentenças, o Senhor ordenou a Jeremias que lançasse o vaso de barro no precipício, na direção do vale, para que ele se quebrasse em vários pedaços que se espalhariam por todas as partes do vale, porque o mesmo seria feito com aqueles judeus idólatras e ímpios que se recusavam a se arrepender de suas más obras.
Eles não seriam jamais restaurados pelo Senhor, tal como não poderia ser feito em relação àquele vaso que foi quebrado à vista de todos eles.         
Assim como os pedaços daquele vaso quebrado ficariam para sempre em Tofete, de igual modo seria para lá que os babilônios levariam os corpos dos judeus que seriam mortos por eles, porque não haveria onde sepultá-los, e aquele lugar se tornaria imundo perante o Senhor, cheio de cadáveres, que ficariam naquele vale para sempre tal como o vaso que havia sido quebrado.
Seus corpos seriam levados de Jerusalém para aquele local, tal como Jeremias havia feito com o vaso que havia sido levado de Jerusalém para Tofete para ali ser quebrado e deixado.
Quando Jeremias retornou de Tofete para Jerusalém, ele se pôs de pé no átrio do templo, e pregou a seguinte mensagem ao povo:

“Assim diz o Senhor dos exércitos, o Deus de Israel: Eis que trarei sobre esta cidade, e sobre todas as suas cercanias, todo o mal que pronunciei contra ela, porquanto endureceram a sua cerviz, para não ouvirem as minhas palavras.” (v. 15).

A proclamação não era uma chamada ao arrependimento, mas a promulgação de uma sentença inapelável, porque os judeus haviam endurecido a sua cerviz e se recusavam a ouvir as palavras do Senhor.





JEREMIAS 21

“1 A palavra que veio a Jeremias da parte do Senhor, quando o rei Zedequias lhe enviou Pasur, filho de Malquias, e Sofonias, filho de Maaseias, o sacerdote, dizendo:
2 Pergunta agora por nós ao Senhor, por que Nabucodonosor, rei de Babilônia, guerreia contra nós; porventura o Senhor nos tratará segundo todas as suas maravilhas, e fará que o rei se retire de nós.
3 Então Jeremias lhes respondeu: Assim direis a Zedequias:
4 Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Eis que virarei contra vos as armas de guerra, que estão nas vossas mãos, com que vós pelejais contra o rei de Babilônia e contra os caldeus, que vos estão sitiando ao redor dos muros, e ajunta-los-ei no meio desta cidade.
5 E eu mesmo pelejarei contra vós com mão estendida, e com braço forte, e em ira, e em furor, e em grande indignação.
6 E ferirei os habitantes desta cidade, tanto os homens como os animais; de grande peste morrerão.
7 E depois disso, diz o Senhor, entregarei Zedequias, rei de Judá, e seus servos, e o povo, e os que desta cidade restarem da peste, e da espada, e da fome, sim entrega-los-ei na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, e na mão de seus inimigos, e na mão dos que procuram tirar-lhes a vida; e ele os passará ao fio da espada; não os poupará, nem se compadecerá, nem terá misericórdia.
8 E a este povo dirás: Assim diz o Senhor: Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte.
9 O que ficar nesta cidade há de morrer à espada, ou de fome, ou de peste; mas o que sair, e se render aos caldeus, que vos cercam, viverá, e terá a sua vida por despojo.
10 Porque pus o meu rosto contra esta cidade para mal, e não para bem, diz o Senhor; na mão do rei de Babilônia se entregará, e ele a queimará a fogo.
11 E à casa do rei de Judá dirás: Ouvi a palavra do Senhor:
12 O casa de Davi, assim diz o Senhor: Executai justiça pela manhã, e livrai o espoliado da mão do opressor, para que não saia o meu furor como fogo, e se acenda, sem que haja quem o apague, por causa da maldade de vossas ações.
13 Eis que eu sou contra ti, ó moradora do vale, ó rocha da campina, diz o Senhor; contra vós que dizeis: Quem descerá contra nós? ou: Quem entrará nas nossas moradas?
14 E eu vos castigarei segundo o fruto das vossas ações, diz o Senhor; e no seu bosque acenderei fogo que consumirá a tudo o que está em redor dela.”

Este capítulo foi escrito quando os babilônios haviam começado a sitiar a cidade de Jerusalém nos dias do rei Zedequias. Este foi o último rei de Judá, porque foi nos seus dias que ocorreu a última leva de cativeiros para Babilônia, e a destruição de Jerusalém, e do templo.
Jeremias havia começado o seu ministério nos dias do rei Josias, e o reinado deste, foi seguido por estes reis, na seguinte ordem: Jeoacaz, Jeoaquim, Joaquim e Zedequias. 
Jeoacaz, filho de Josias reinou apenas três meses, porque faraó Neco o prendeu e o levou para o Egito, colocando para reinar em seu lugar, o outro filho de Josias, chamado Jeoaquim. Foi nos dias deste Jeoaquim, que Nabucodonosor fizera a primeira leva de cativos para Babilônia, em 605 a. C. Foi durante esta primeira leva de cativos que os profetas Daniel e Ezequiel, e muitos nobres de Judá foram levados para Babilônia. 
Jeoaquim foi morto, e passou a reinar no seu lugar, o seu filho Joaquim, mas o babilônios o deixaram no poder por apenas três meses, porque o deportaram para Babilônia com os nobres de Judá, porque ele se rendeu a Nabucodonosor.
No seu lugar foi constituído rei, seu tio paterno, chamado Matanias, cujo nome, Nabucodonosor mudou para Zedequias. Ele reinou doze anos debaixo do poder de Nabucodonozor, mas tendo este descoberto que estava conspirando contra ele, especialmente com o Egito, veio novamente contra Jerusalém para destruí-la. Contudo, impôs um sítio à cidade que durou cerca de dois anos, e por isso nós vemos Zedequias consultando o profeta Jeremias se Deus lhe livraria da destruição, porque  pensava que o longo tempo de cerco tinha algo a ver com o poder da cidade para resistir, no entanto, era um juízo de Deus para que a forme, a sede e a peste se agravassem e muito no interior de Jerusalém.
Estas informações históricas podem ser lidas em II Reis 24, 25.
Então, nós vemos neste capítulo, o rei Zedequias, enviando Pasur e Sofonias (não o profeta) a Jeremais, para perguntar-lhe se Deus livraria Judá do cerco que estava sofrendo da parte do rei Nabucodonosor, de Babilônia, fazendo com que ele voltasse para a sua terra (v. 2).
É provável que o Pasur aqui citado não se trate do mesmo que havia prendido Jeremias no tronco, como vimos no capitulo anterior (20), porque deste se diz ser filho de Malquias, e aquele, filho de Imer.
A resposta que Deus mandou dar a Zedequias era que não haveria livramento porque era Ele próprio que estava incitando as armas de guerra de Babilônia contra eles, e feriria os habitantes de Jerusalém, até mesmo os animais que nela havia.
Além da morte pela espada dos babilônios, haveria peste e fome na cidade, e os que escapassem da morte seriam entregues na mão de Nabucodonosor, e das nações inimigas que estavam coligadas a ele, como por exemplo os edomitas, seriam mortos por eles. Entretanto, aqueles que saíssem da cidade se rendendo voluntariamente a Nabucodonosor, inclusive o próprio rei, teriam suas vidas poupadas por ele.    
Quanto à soberba do rei de Judá, que julgava que as muralhas de Jerusalém o protegeriam, o Senhor lhe ordenou que se humilhasse e passasse a praticar a justiça livrando o espoliado da mão do opressor, porque em caso contrário, o Senhor castigaria o rei e a sua corte ímpia, por causa do fruto mau das ações deles. 

JEREMIAS 22

“1 Assim diz o Senhor: Desce à casa do rei de Judá, e anuncia ali esta palavra.
2 E dize: Ouve a palavra do Senhor, ó rei de Judá, que te assentas no trono de Davi; ouvi, tu, e os teus servos, e o teu povo, que entrais por estas portas.
3 Assim diz o Senhor: Exercei o juízo e a justiça, e livrai o espoliado da mão do opressor. Não façais nenhum mal ou violência ao estrangeiro, nem ao órfão, nem a viúva; não derrameis sangue inocente neste lugar.
4 Pois se deveras cumprirdes esta palavra, entrarão pelas portas desta casa reis que se assentem sobre o trono de Davi, andando em carros e montados em cavalos, eles, e os seus servos, e o seu povo.
5 Mas se não derdes ouvidos a estas palavras, por mim mesmo tenho jurado, diz o Senhor, que esta casa se tornará em assolação.
6 Pois assim diz o Senhor acerca da casa do rei de Judá: Tu és para mim Gileade, e a cabeça do Líbano; todavia certamente farei de ti um deserto e cidades desabitadas.
7 E prepararei contra ti destruidores, cada um com as suas armas; os quais cortarão os teus cedros escolhidos, e os lançarão no fogo.
8 E muitas nações passarão por esta cidade, e dirá cada um ao seu companheiro: Por que procedeu o Senhor assim com esta grande cidade?
9 Então responderão: Porque deixaram o pacto do Senhor seu Deus, e adoraram a outros deuses, e os serviram.
10 Não choreis o morto, nem o lastimeis; mas chorai amargamente aquele que sai; porque não voltará mais, nem verá a terra onde nasceu.
11 Pois assim diz o Senhor acerca de Salum, filho de Josias, rei de Judá, que reinou em lugar de Josias seu pai, que saiu deste lugar: Nunca mais voltará para cá,
12 mas no lugar para onde o levaram cativo morrerá, e nunca mais verá esta terra.
13 Ai daquele que edifica a sua casa com iniquidade, e os seus aposentos com injustiça; que se serve do trabalho do seu próximo sem remunerá-lo, e não lhe dá o salário;
14 que diz: Edificarei para mim uma casa espaçosa, e aposentos largos; e que lhe abre janelas, forrando-a de cedro, e pintando-a de vermelhão.
15 Acaso reinarás tu, porque procuras exceder no uso de cedro? O teu pai não comeu e bebeu, e não exercitou o juízo e a justiça? Por isso lhe sucedeu bem.
16 Julgou a causa do pobre e necessitado; então lhe sucedeu bem. Porventura não é isso conhecer-me? diz o Senhor.
17 Mas os teus olhos e o teu coração não atentam senão para a tua ganância, e para derramar sangue inocente, e para praticar a opressão e a violência.
18 Portanto assim diz o Senhor acerca de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá: Não o lamentarão, dizendo: Ai, meu irmão! ou: Ai, minha irmã! nem o lamentarão, dizendo: Ai, Senhor! ou: Ai, sua majestade!
19 Com a sepultura de jumento será sepultado, sendo arrastado e lançado fora das portas de Jerusalém.
20 Sobe ao Líbano, e clama, e levanta a tua voz em Basã, e clama desde Abarim; porque são destruídos todos os teus namorados.
21 Falei contigo no tempo da tua prosperidade; mas tu disseste: Não escutarei. Este tem sido o teu caminho, desde a tua mocidade, o não obedeceres à minha voz.
22 O vento apascentará todos os teus pastores, e os teus namorados irão para o cativeiro; certamente então te confundirás,
23 e tu, que habitas no Líbano, aninhada nos cedros, como hás de gemer, quando te vierem as dores, os ais como da que está de parto!
24 Vivo eu, diz o Senhor, ainda que Conias, filho de Jeoaquim, rei de Judá, fosse o anel do selo da minha mão direita, contudo eu dali te arrancaria;
25 e te entregaria na mão dos que procuram tirar-te a vida, e na mão daqueles diante dos quais tu temes, a saber, na mão de Nabucodonosor, rei de Babilônia, e na mão dos caldeus.
26 A ti e a tua mãe, que te deu à luz, lançar-vos-ei para uma terra estranha, em que não nascestes, e ali morrereis.
27 Mas à terra para a qual eles almejam voltar, para lá não voltarão.
28 E este homem Conias algum vaso desprezado e quebrado, um vaso de que ninguém se agrada? Por que razão foram ele e a sua linhagem arremessados e arrojados para uma terra que não conhecem?
29 Ó terra, terra, terra; ouve a palavra do Senhor.
30 Assim diz o Senhor: Escrevei que este homem fica sem filhos, homem que não prosperará nos seus dias; pois nenhum da sua linhagem prosperará para assentar-se sobre o trono de Davi e reinar daqui em diante em Judá.”

Os juízos pronunciados neste capítulo contra Salum, ou Conias, que se trata da mesma pessoa, a saber, o rei Joaquim que foi levado cativo para Babilônia, receberam tal destaque porque ele foi o último descendente direto de Davi a ocupar o trono de Judá, e por isso foi também poupado da morte pela misericórdia do Senhor, mas foi levado em cativeiro para Babilônia, e de lá nunca mais voltaria para Jerusalém, conforme pronunciado contra ele pelo Senhor. 
E como se vê em II Reis 25, Deus foi misericordioso para com ele no final da sua vida, conforme podemos ver no registro dos versos 27 a 30, nos quais é descrita a bondade que o novo rei de Babilônia, Evil-Merodaque, filho de Nabudodonosor, tivera para com o rei Joaquim que se encontrava no cativeiro há 37 anos, sendo libertado por este da sua prisão domiciliar e sendo conduzido a uma posição de honra no reino de Babilônia, recebeu um trono que estava acima de todos os demais tronos dos reis vassalos das demais nações, que se encontravam em Babilônia, e é dito que ele se sentou à mesa da corte real até o último dia da sua vida.  
Todavia, como enquanto reinava, tanto ele, quanto seu pai Jeoaquim, antes dele, não andaram nos caminhos do Senhor, por isso lhes sobreveio tal juízo da Sua parte, sendo que em relação a Jeoaquim, não foi permitido pelo Senhor que tivesse um funeral honrado de um rei, e sequer deveria ser pranteado, e haver luta em Judá por causa dele. 
Da maldade de Jeoaquim, disse o Senhor:

“Falei contigo no tempo da tua prosperidade; mas tu disseste: Não escutarei. Este tem sido o teu caminho, desde a tua mocidade, o não obedeceres à minha voz.” (v. 21)

Foi este rei que lançou o livro escrito por Jeremias no fogo para ser queimado, depois de tê-lo rasgado, tendo que ser reescrito por Baruque (Jer 36.22-31).

De Joaquim, se diz que não teria sucessor no trono de Judá, como de fato nunca mais ocorreu, porque a linha sucessória de pai para filho ficara interrompida a partir dele, de modo que Zedequias, seu tio paterno, seria o último rei de Judá. 
Ora, tudo isto deixaria os judeus que ainda ficassem na terra de Judá, depois das assolações produzidas por Babilônia, e não somente eles, como os que estavam no cativeiro, desolados, porque já não haveria mais reis em Judá.

Todavia, para consolá-los, nós veremos no capítulo seguinte (23,5,6) a promessa que Deus lhes fizera de que seria levantado um Rei justo sobre os judeus no futuro, que seria o Salvador deles, e sob o qual estariam seguros. 

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